segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ANSELMO MONTEIRO é o mais cidadão de Paulista.

Hoje dia 21/11/2011, a Câmara de Vereadores do Paulista confere ao companheiro Jornalista ANSELMO MONTEIRO, a Medalha Torres Galvão e o Titulo de Cidadão, em uma sessão solene e muito bem representativa. O projeto foi da iniciativa do Vereador AUGUSTO COSTA.

Para nós que somos militantes das causas da Cidadania e dos Direitos Humano, nos sentimos muito bem representado por esta justa homenagem.

Parabéns Ver. Augusto Costa, parabéns Anselmo Monteiro que Deus te abençoe hoje e sempre.

domingo, 13 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pensamento do Clero

Ecologia e Espiritualidade

Rev. Daniel Barbosa, ose (¬)

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:26-27)

“Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome” (Gn 2:19)

Para entendermos o que a Bíblia nos fala sobre o cuidado que temos pela natureza, quero denominar de Ecologia e Espiritualidade. Nos textos bíblicos acima citados, percebemos que DEUS nos colocou para que cuidássemos de tudo quanto Ele criou. A Adão lhe foi dado tal responsabilidade de cuidar e dar nomes a todas as criaturas. Deus nos colocou aqui com uma grande missão: Ele nos chamou para sermos Mordomos da natureza.

Portanto, para entendermos sobre Ecologia e Espiritualidade, precisamos ter como ponto de partida o âmbito das relações: os corpos e o cosmo são analisados e interpretados em uma contínua relação que se pressupõe uma interdependência, de forma que supera qualquer forma de hierarquia. Por sua vez, essa interdependência pressupõe uma autonomia.

Então, a questão ecológica nos remete a uma ampla questão, que é a de ver o ser humano como um todo (um ser integral). Não vivemos separados da natureza, mas sim, conectados, interligados com a natureza. Somos natureza e devemos ser, por natureza, ecológicos.

A reflexão e o debate sobre este tema nos mostra claramente que ninguém pode projetar sua vida sem levar em conta que a terra é a casa comum de toda humanidade.

A Espiritualidade requer de nós uma vida com integridade, e esta integridade é alimentada a partir de todas as dimensões da vida. Espiritualidade que se assume, simultaneamente, como parte integrante do ser humano. “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2.10).

Quando Deus nos manda cultivar, cuidar, está claro que implicitamente devemos criar. Este criar para o qual Deus nos chama vai muito mais além do que imaginamos; é o de criar relações políticas, econômicas e sociais.

A vida em ação: Qual será nossa participação neste grandioso projeto de Deus chamado de MUNDO? É bom que cuidemos do cosmo como um lugar para todos, não apenas para alguns.

A Bíblia nos mostra que devemos olhar para a natureza como obra divina e que tudo o que Deus fez é bom (Gn 1.31). A criação, o universo, a natureza são obras de Deus e não nos cabe o direito de propriedade, mas, sim mordomos da natureza.

Nos últimos tempos temos percebido claramente o avançar da degradação ambiental. Em alguns lugares, existem vários elementos da natureza em extinção, em decadência, em desarmonia, como lemos em Romanos 8.21: “... a própria natureza criada será libertada escravidão da decadência em que se encontra”. Neste texto, o apóstolo São Paulo mostra que nosso envolvimento como cristão deve ser o de ter um modo de vida diferenciado, onde nosso lema deve ser o de: guardar, cuidar, cultivar o Jardim.

Por fim, é nossa responsabilidade respeitar a natureza, como Criação. Em síntese, podemos afirmar que tal cuidado é parte integrante de nossa diaconia.

Que Deus nos abençoe!



¬ Rev. Daniel Barbosa, é Diácono Permanente na Diocese do Recife; Secretário Diocesano de Cidadania; Prior da Ordem Evangélica de Santo Estevão Mártir (OSE); Ministro Encarregado da Missão Anglicana Comunidade da Paz, em Paulista-PE; Vice-presidente Nacional do MEP e Assessor Parlamentar do Deputado Federal Fernando Ferro; membro do Setorial de Meio Ambiente do PT/PE. E-mail: revdaniel.ose@ig.com.br.

Pensamento do Clero

Ecologia e Espiritualidade

Rev. Daniel Barbosa, ose (¬)

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:26-27)

“Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome” (Gn 2:19)

Para entendermos o que a Bíblia nos fala sobre o cuidado que temos pela natureza, quero denominar de Ecologia e Espiritualidade. Nos textos bíblicos acima citados, percebemos que DEUS nos colocou para que cuidássemos de tudo quanto Ele criou. A Adão lhe foi dado tal responsabilidade de cuidar e dar nomes a todas as criaturas. Deus nos colocou aqui com uma grande missão: Ele nos chamou para sermos Mordomos da natureza.

Portanto, para entendermos sobre Ecologia e Espiritualidade, precisamos ter como ponto de partida o âmbito das relações: os corpos e o cosmo são analisados e interpretados em uma contínua relação que se pressupõe uma interdependência, de forma que supera qualquer forma de hierarquia. Por sua vez, essa interdependência pressupõe uma autonomia.

Então, a questão ecológica nos remete a uma ampla questão, que é a de ver o ser humano como um todo (um ser integral). Não vivemos separados da natureza, mas sim, conectados, interligados com a natureza. Somos natureza e devemos ser, por natureza, ecológicos.

A reflexão e o debate sobre este tema nos mostra claramente que ninguém pode projetar sua vida sem levar em conta que a terra é a casa comum de toda humanidade.

A Espiritualidade requer de nós uma vida com integridade, e esta integridade é alimentada a partir de todas as dimensões da vida. Espiritualidade que se assume, simultaneamente, como parte integrante do ser humano. “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2.10).

Quando Deus nos manda cultivar, cuidar, está claro que implicitamente devemos criar. Este criar para o qual Deus nos chama vai muito mais além do que imaginamos; é o de criar relações políticas, econômicas e sociais.

A vida em ação: Qual será nossa participação neste grandioso projeto de Deus chamado de MUNDO? É bom que cuidemos do cosmo como um lugar para todos, não apenas para alguns.

A Bíblia nos mostra que devemos olhar para a natureza como obra divina e que tudo o que Deus fez é bom (Gn 1.31). A criação, o universo, a natureza são obras de Deus e não nos cabe o direito de propriedade, mas, sim mordomos da natureza.

Nos últimos tempos temos percebido claramente o avançar da degradação ambiental. Em alguns lugares, existem vários elementos da natureza em extinção, em decadência, em desarmonia, como lemos em Romanos 8.21: “... a própria natureza criada será libertada escravidão da decadência em que se encontra”. Neste texto, o apóstolo São Paulo mostra que nosso envolvimento como cristão deve ser o de ter um modo de vida diferenciado, onde nosso lema deve ser o de: guardar, cuidar, cultivar o Jardim.

Por fim, é nossa responsabilidade respeitar a natureza, como Criação. Em síntese, podemos afirmar que tal cuidado é parte integrante de nossa diaconia.

Que Deus nos abençoe!



¬ Rev. Daniel Barbosa, é Diácono Permanente na Diocese do Recife; Secretário Diocesano de Cidadania; Prior da Ordem Evangélica de Santo Estevão Mártir (OSE); Ministro Encarregado da Missão Anglicana Comunidade da Paz, em Paulista-PE; Vice-presidente Nacional do MEP e Assessor Parlamentar do Deputado Federal Fernando Ferro; membro do Setorial de Meio Ambiente do PT/PE. E-mail: revdaniel.ose@ig.com.br.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Apple perdeu um visionário e génio criativo, e mundo tem uma incrível perda. Morre Steve Jobs, 1955 - 2011.


Steve Jobs é o executivo-chefe da Apple inc. Jobs também foi umexecutivo da Pixar Animation Studio. Steve Jobs é o cérebro por trás do ipod, capas, iphone e basicamente qualquer coisa comuma maçã impresso no dispositivo. Jobs não foi sempre com a Apple, ele trabalhou com a Pixar Animation e possui uma grande quantidade de ações da Pixar. Jobs foi uma das mentes por trás de muitos filmes favoritos da Disney, como a trilogia de Toy Story,Carros e muito mais. Jobs tem mais de 230 invenções patente.Estas invenções variam de computadores para colhedores e pacotes.

vida pessoal


Steve Jobs nasceu em San Francisco da Califórnia. Trabalhosinscritos no Reed College, em Oregon. Jobs abandonou depois de seu primeiro semestre, mas voltou de vez em quando para os cursos de determinada tecnologia. Jobs era empregado de Atarique foi um fabricante popular jogo de vídeo na época. Mais tarde na vida de Jobs (depois ele começou a Apple), ele ficou doente.Ele começou a perder peso de forma incontrolável. Jobs estava ausente do trabalho por um período de tempo, mas voltou para a Apple e continuar a sua linha de negócios.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

OUVIR É UMA ARTE


Por Rev. Frei Daniel Barbosa, OSE*
“Ó Senhor Deus, ouve a minha oração! Escuta o meu pedido”.
Salmo 143.1
No versículo citado encontramos dois verbos: o Ouvir, e o Escutar. Deus quando nos criou deu-nos uma boca e dois ouvidos. Isto implica que devemos falar menos e escutar mais. Existe um ditado chinês que diz: “O bom ouvinte colhe, enquanto o que fala semeia”. Há muitas pessoas que dão pouca importância para a capacidade de ouvir. Elas só estão preocupadas em falar, falar e falar.
Para isso, precisamos estar dispostos não simplesmente a ouvir as pessoas, mas escutar com atenção a cada um e cada uma.
Quando digo que ouvir é uma arte, é porque escutar é a capacidade de executar o ouvir. Escutar é ouvir com atenção, entender, compreender, perceber as preocupações de quem nos procura. Deus ouve as nossas orações e escuta nossos pedidos, ou seja, Ele entende e atende as nossas necessidades. Ele inclina os seus ouvidos e nos atende.
O grande número de pessoas mesmo cristãs, que se encontram hoje em tratamento psicológico, muitas vezes é por falta de quem os ouça; estes profissionais estão preparados e capacitados a escutar seus pacientes. Será que estamos também capacitados a tal tarefa? Ou só estamos prontos a falar, ditar o que as pessoas devem fazer, quando elas só precisariam de ouvidos e não de boca? O que as pessoas mais necessitam hoje é ser ouvidas.
Sem dúvida, ouvir é muito complicado, mas, ouvir torna-se eficaz quando quem escuta está capaz de discernir e compreender aquele ou aquela que fala, e o resultado disso é que o processo de comunicação é atingido. Ninguém gosta de ser tratado com desprezo, todos querem se sentir importante, e que esta importância seja devidamente reconhecida. Quem se observa escutado, sente-se muito gratificado. Na Bíblia encontramos várias referências sobre: “Quem tem ouvidos ouça...”.
Na igreja, por exemplo, é muito difícil a comunicação entre os mais jovens e os mais velhos, pelo fato de não compreendê-los. Para isso, é preciso que haja empatia, quero dizer: sentimento de identificação entre as pessoas. Agora me pergunto:
1. Tenho sido um bom ouvinte?
2. Tenho paciência em ouvir?
3. Tenho disposição em escutar?
4. Tenho a capacidade de guardar o que escutei?
Se tivermos estas quatro qualidades, estamos próximos de ser bons ouvintes. Na Epístola de São Tiago encontramos a seguinte expressão: “Lembre-se disto, meus queridos irmãos: cada um esteja pronto para ouvir, mas demore para falar e ficar com raiva”. (Tiago 1.19). Daí compreendo que, ouvir é melhor do que falar, ouvir é um ato de amor, por fim, ouvir é uma arte.

Rev. Frei Daniel Barbosa, OSE

(81)3231.6898 / 9871.0032 / 8441.5357




* Daniel Barbosa da Silva é Frei, Prior da Ordem Evangélica de Santo Estevão Mártir – OSE e Clérigo; é atualmente Coordenador dos Diáconos Permanentes da Diocese do Recife; Ministro Encarrega da Missão Anglicana Comunidade da Paz - Pau Amarelo - Paulista/PE; Secretário Diocesano de Cidadania; Vice Presidente Nacional do MEP- Movimento Evangélico Progressista; Assessor do Dep. Fed. Fernando Ferro.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

"Recicle! Recicle!"


Na verdade o indivíduo não recicla; quem recicla é a indústria. O que nós podemos fazer é reciclar e também separar o lixo para a reciclagem. Verifique antes qual vai ser a destinação mais próxima. Procure uma cooperativa de catadores em sua cidade ou postos de entrega voluntária.

DICAS para você SEPARAR O SEU LIXO para a coleta seletiva:

Não é complicado, nem precisa separar por tipo de material pois, na maioria das cidades, a coleta dos materiais recicláveis é feita por um veículo que não tem separações. O material é separado e enfardado na cooperativa. Basta colocar uma lata de lixo a mais na sua cozinha e separar: em uma o lixo seco, e na outra lixo úmido.Lixo seco: papel, papelão, jornais, revistas, cadernos, folhas soltas, caixas e embalagens em geral, caixa de leite, caixas de papelão (desmontadas), metais (ferrosos e não ferrosos) latas em geral, alumínio, cobre, pequenas sucatas, copos de metal e de vidro, garrafas, potes e frascos de vidro (inteiros ou quebrados), plásticos (todos os tipos), garrafas PET, sacos e embalagens, brinquedos quebrados, utensílios domésticos quebrados.Lixo úmido: cascas de frutas e legumes (lixo compostável), restos de comida, papel de banheiro, sujeira de vassoura e de cinzeiro.Não recicláveis: papel higiênico, papel plastificado, papel de fax ou carbono, vidros planos, cerâmicas ou lâmpadas.Lembre-se que pilhas e baterias não podem ser descartadas no lixo doméstico, pois contém metais pesados e, quando molhadas, contaminam o meio ambiente. Ligue para o Serviço de Limpeza Pública de sua cidade para saber se há postos de entrega voluntária para pilhas e baterias.E os materiais que não tem mercado? (pois é: tem materiais que certas cooperativas não recolhem porque não encontram mercado. Neste caso teremos de encontrar outra destinação.)Então fica assim: uma lata menor com um saco de supermercado (reutilização!) para colocar o lixo que vai ser coletado pelo lixeiro. Lembre-se de só o colocar na rua nos dias e horários certos.Outra lata, maior, para colocar apenas o lixo seco reciclável. Esta lata, provavelmente, será esvaziada uma vez por semana, na melhor das hipóteses, e, portanto, o material deve estar limpinho para não atrair insetos.Se você assina um jornal deve produzir uma pilha de um metro, pelo menos, por mês. Vá juntando o lixo papel, bem como as embalagens de papelão, as perdas da impressora, etc...Revistas podem ser úteis na escola mais próxima.Latas de conserva são de ferro, e as de refrigerante e cerveja geralmente são de alumínio. Elas devem ser acumuladas limpas e sem rótulo. As de alumínio podem ser amassadas como uma sanfoninha, o que economizará espaço.Quando as latas estiverem cheias dê o destino certo para cada uma: coloque o lixo úmido no horário e no dia certo da coleta convencional e o reciclável leve para a Cooperativa de Catadores de Lixo mais próxima.Não faz mal que o lixo não esteja separado por tipo de material, na cooperativa (daqui do Rio) eles separam e enfardam.

Pólita Gonçalves